Ouvindo : ...
Não resisti, dei uma última passadinha aqui!
Sabe as nuvens? Elas são tão altas, mas tão altas que eu to com medo de tentar tocá-las! Não por ser difícil, mas pelo risco de chegar até lá. Medo, mesmo. Um aperto no coração, uma tristeza! Vontade de segurar no pé da mesa e não deixar ninguém me levar daqui. Eu não quero! Será que é só insegurança? Preciso encarar pra descobrir... mas medo!
quinta-feira, 25 de novembro de 2004
Ouvindo : ...
E com tanta coisa pra fazer eu ainda sou capaz disso:

Which File Extension are You?
Mas, vai dizer, não é teste mais bizarro que você já viu na Internet?
E com tanta coisa pra fazer eu ainda sou capaz disso:
Which File Extension are You?
Mas, vai dizer, não é teste mais bizarro que você já viu na Internet?
terça-feira, 23 de novembro de 2004
segunda-feira, 22 de novembro de 2004
domingo, 21 de novembro de 2004
Ouvindo : Poe - Angry Johnny
Há uma semana, em uma mesa de bar, eu discursava sobre minha vida e foi quando você, inevitavelmente, surgiu. Lembranças, doces memórias, casos vividos, palavras ditas, olhares... Só eu falava, todos ouviam. Meus mais profundos devaneios foram emocionantes e cheios de ternura. O silêncio que imperava entre minhas falas era revelador; sabiam como tudo aquilo era importante pra mim. Minha vontade era de escrever-te, saber o que estaria fazendo naquela hora em que lembrava de ti, saber o que pensava, o que sentia. Tanto tempo longe, tão longe. Por que? Cheguei a culpar o tempo, cheguei a culpar o espaço e o destino! Uma nova vida que você tem e eu não estou presente em nada! Cruel realidade, mas tenho pra mim que tudo que vivemos pode ser mais forte que isso tudo... Doce ilusão, eu sei, mas assim gosto de acreditar. A vida, ela nos impõe desafios tão grandes que as vezes dá vontade de desistir? Não?! O destino, quantas chances ele nos deu e não fomos capazes de aproveitar nenhuma! Sinceramente, orgulho-me de dizer que nos momentos mais difíceis você esteve por aqui e, mesmo que não perto ou mesmo que não diretamente, sempre me ajudou. Não sei o que me deu nessa semana na qual você esteve tão presente em meus pensamentos, mas fato é que queria poder olhar seus olhos mais uma vez, agora. As lembranças passam por minha cabeça como flash-back de uma vida inteira que foi linda! Lembra das aulas de inglês na Cultura? Lembra da nossa gincana? Lembra do 1o dia? Lembra quando fiquei 2hr preso na cadeia da festa junina a sua espera? Lembra das lágrimas em sua despedida? Forte, eu precisava ser. Música triste no carro, foi a volta. Pule um espaço perdido no tempo. Nossa formatura. Eu nem dormi a noite, sabia? Parecia um menino. Por que tão pouco, sr. Destino? Você visitava o mundo enquanto eu sonhava e imaginava os lugares legais que você estaria. Lembra da festinha na casa de alguém? Eu lembro da chuva, lembro de longas horas de papo que foram mais felizes do que meu ano inteiro tinha sido. Agora? Sinto me ouvindo um disco do Jethro Tull ou do Led Zeppelin, vivendo uma época diferente, imaginando como teria sido aquilo tudo, querendo tudo aquilo pra mim! Os anos 60/70 já passaram, não já? Mas eu tenho meus cds como tenho minhas lembranças de você, uma das maiores pessoas que eu jamais conhecerei.
Pronto! Desculpe-me o texto solto e um pouco nostálgico. Queria dizer-te isso, só isso. Você é importante, acredite! Muito! Ainda choro, droga, com essas lembranças. Queria ser um pouco menos sensível. Até porque eu fico muito bravo quando você está aqui e não me liga, quando você me liga e deixa que te mandem desligar o telefone, quando você está aqui e não faz questão de me encontrar... porque tudo o que eu queria era isso. Nem que fosse só pra te dar um aceno de mãos, de longe, no aeroporto, antes de você sumir no terminal de embarque... eu só queria isso.
(Nem vou reler esse texto pra não cometer o crime de apagar algo que fora escrito vindo do interior, sem processo criativo, sem método científico de composição, só deixando o dedo escrever aquilo que eu não teria coragem de dizer. Eu faria em versos... mas versos precisam de um final que eu não tenho... Então, perdoe-me qualquer erro de concordância e afins)
Beijos
Sinto sua falta
Há uma semana, em uma mesa de bar, eu discursava sobre minha vida e foi quando você, inevitavelmente, surgiu. Lembranças, doces memórias, casos vividos, palavras ditas, olhares... Só eu falava, todos ouviam. Meus mais profundos devaneios foram emocionantes e cheios de ternura. O silêncio que imperava entre minhas falas era revelador; sabiam como tudo aquilo era importante pra mim. Minha vontade era de escrever-te, saber o que estaria fazendo naquela hora em que lembrava de ti, saber o que pensava, o que sentia. Tanto tempo longe, tão longe. Por que? Cheguei a culpar o tempo, cheguei a culpar o espaço e o destino! Uma nova vida que você tem e eu não estou presente em nada! Cruel realidade, mas tenho pra mim que tudo que vivemos pode ser mais forte que isso tudo... Doce ilusão, eu sei, mas assim gosto de acreditar. A vida, ela nos impõe desafios tão grandes que as vezes dá vontade de desistir? Não?! O destino, quantas chances ele nos deu e não fomos capazes de aproveitar nenhuma! Sinceramente, orgulho-me de dizer que nos momentos mais difíceis você esteve por aqui e, mesmo que não perto ou mesmo que não diretamente, sempre me ajudou. Não sei o que me deu nessa semana na qual você esteve tão presente em meus pensamentos, mas fato é que queria poder olhar seus olhos mais uma vez, agora. As lembranças passam por minha cabeça como flash-back de uma vida inteira que foi linda! Lembra das aulas de inglês na Cultura? Lembra da nossa gincana? Lembra do 1o dia? Lembra quando fiquei 2hr preso na cadeia da festa junina a sua espera? Lembra das lágrimas em sua despedida? Forte, eu precisava ser. Música triste no carro, foi a volta. Pule um espaço perdido no tempo. Nossa formatura. Eu nem dormi a noite, sabia? Parecia um menino. Por que tão pouco, sr. Destino? Você visitava o mundo enquanto eu sonhava e imaginava os lugares legais que você estaria. Lembra da festinha na casa de alguém? Eu lembro da chuva, lembro de longas horas de papo que foram mais felizes do que meu ano inteiro tinha sido. Agora? Sinto me ouvindo um disco do Jethro Tull ou do Led Zeppelin, vivendo uma época diferente, imaginando como teria sido aquilo tudo, querendo tudo aquilo pra mim! Os anos 60/70 já passaram, não já? Mas eu tenho meus cds como tenho minhas lembranças de você, uma das maiores pessoas que eu jamais conhecerei.
Pronto! Desculpe-me o texto solto e um pouco nostálgico. Queria dizer-te isso, só isso. Você é importante, acredite! Muito! Ainda choro, droga, com essas lembranças. Queria ser um pouco menos sensível. Até porque eu fico muito bravo quando você está aqui e não me liga, quando você me liga e deixa que te mandem desligar o telefone, quando você está aqui e não faz questão de me encontrar... porque tudo o que eu queria era isso. Nem que fosse só pra te dar um aceno de mãos, de longe, no aeroporto, antes de você sumir no terminal de embarque... eu só queria isso.
(Nem vou reler esse texto pra não cometer o crime de apagar algo que fora escrito vindo do interior, sem processo criativo, sem método científico de composição, só deixando o dedo escrever aquilo que eu não teria coragem de dizer. Eu faria em versos... mas versos precisam de um final que eu não tenho... Então, perdoe-me qualquer erro de concordância e afins)
Beijos
Sinto sua falta
segunda-feira, 15 de novembro de 2004
Ouvindo : Pink Floyd - Poles Apart
Retirando a poeira...
Se eu pudesse estar em algum lugar agora, seria no alto de uma montanha, em um boulder suicida, com o vento no rosto, cabelo voando, trilha sonora de filme e só a alegria de chegar ao topo a me aguardar. Lá eu poderia pensar e olhar tudo aquilo que ficou pra trás, pelo caminho, e, enfim, dar o devido valor pra cada pedaço de pedra que me apoiou no caminho, alegrar-me por vencer cada pedra que rolou tentando me derrubar, sorrir por cada dificuldade superada. E a vista lá de cima? Então a cidade voltaria, e estaria dançando salsa. Só por dançar. Só por existir. Só por viver.
Retirando a poeira...
Se eu pudesse estar em algum lugar agora, seria no alto de uma montanha, em um boulder suicida, com o vento no rosto, cabelo voando, trilha sonora de filme e só a alegria de chegar ao topo a me aguardar. Lá eu poderia pensar e olhar tudo aquilo que ficou pra trás, pelo caminho, e, enfim, dar o devido valor pra cada pedaço de pedra que me apoiou no caminho, alegrar-me por vencer cada pedra que rolou tentando me derrubar, sorrir por cada dificuldade superada. E a vista lá de cima? Então a cidade voltaria, e estaria dançando salsa. Só por dançar. Só por existir. Só por viver.
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