Ouvindo : Yo la Tengo - Decora
Olhos fechados
Riffs de guitarra
Chocolate derretendo na boca
Céus...
Há tempos não tenho essa sensação
sábado, 29 de abril de 2006
domingo, 23 de abril de 2006
Ouvindo : Ozzy Osbourne - Shot in the Dark
"O estado amoroso e a melancolia têm uma ligação profunda entre si e com o final do século. É o amor (e sua perda) a principal fonte de melancolia. É a melancolia a principal chave para se entender o que acontece quando os valores da sociedade entram em crise. Elaborando um tenso e delicado painel da criação enquanto produção melancólica, Julia Kristeva nos oferece em Sol negro uma obra em que a profundidade de análises psicanalíticas e semiológicas se funde agradavelmente em um texto saboroso. Recriando os universos de Holbein, o pintor renascentista, Gerard de Nerval, o poeta, Dostoievski e Marguerite Duras, os romancistas, Kristeva faz mais do que expor uma complexa e irrefutável tese: ela guia o leitor numa viagem inesquecível através da história da melancolia como mola propulsora da genialidade."
Como não se interessar? Como?
"O estado amoroso e a melancolia têm uma ligação profunda entre si e com o final do século. É o amor (e sua perda) a principal fonte de melancolia. É a melancolia a principal chave para se entender o que acontece quando os valores da sociedade entram em crise. Elaborando um tenso e delicado painel da criação enquanto produção melancólica, Julia Kristeva nos oferece em Sol negro uma obra em que a profundidade de análises psicanalíticas e semiológicas se funde agradavelmente em um texto saboroso. Recriando os universos de Holbein, o pintor renascentista, Gerard de Nerval, o poeta, Dostoievski e Marguerite Duras, os romancistas, Kristeva faz mais do que expor uma complexa e irrefutável tese: ela guia o leitor numa viagem inesquecível através da história da melancolia como mola propulsora da genialidade."
Como não se interessar? Como?
Ouvindo : Blue Oyster Cult - Workshop of the Telescope
E se quebra-cabeças não tivessem fim, livros nunca tivessem seus finais escritos ou filmes nunca terminassem? E se final simplesmente não existisse? Seria o final o grande propósito do caminhar, sua recompensa, ou então a punição pelo caminho? Por tê-lo insistido, por tê-lo feito? Fato é que o final faz da vida menos inconseqüente, apesar de toda incoerência intrínseca a essa afirmação. Seria, então, a constante tentativa de se evitar o fim? Faz mais sentido, sim. Mas pra quê montar um quebra-cabeças que nunca terminaria? E como ler um livro sem saber seu final ou não saber se a mocinha morre no final do filme? As vezes isso simplesmente não importa, o complicado é imaginar um final, seja ele como for... nessas horas dá vontade de correr pra longe, sim, e desejar nunca ter começado a montar esse maldito quebra-cabeças.
Final? Não não! Culpa do início.
E se quebra-cabeças não tivessem fim, livros nunca tivessem seus finais escritos ou filmes nunca terminassem? E se final simplesmente não existisse? Seria o final o grande propósito do caminhar, sua recompensa, ou então a punição pelo caminho? Por tê-lo insistido, por tê-lo feito? Fato é que o final faz da vida menos inconseqüente, apesar de toda incoerência intrínseca a essa afirmação. Seria, então, a constante tentativa de se evitar o fim? Faz mais sentido, sim. Mas pra quê montar um quebra-cabeças que nunca terminaria? E como ler um livro sem saber seu final ou não saber se a mocinha morre no final do filme? As vezes isso simplesmente não importa, o complicado é imaginar um final, seja ele como for... nessas horas dá vontade de correr pra longe, sim, e desejar nunca ter começado a montar esse maldito quebra-cabeças.
Final? Não não! Culpa do início.
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