Ouvindo : The Gathering - Red is a Slow Colour
A vida, a vida, querido diário, ela foi feita pra ser vivida, não foi? Eu sei que dói, mas empacotar todas essas coisas e jogá-las fora... única coisa a fazer. Se não gostam de mim, pelo menos eu tenho que gostar! E tenho que mostrar pra mim mesmo que ainda corre sangue nessas veias, e não! não vai ser com mais dor! Cansei de sofrer, não tenho mais idade pra cultuar a tristeza. E, pensando bem, isso é só uma forma covarde de evitar a vida. Vida! Eu sonho com ela sempre! Você sabe disso! Eu tive coragem de fazer muita coisa sonhando com ela, não tive? E continuarei! E a vida? Ela que me espere, pois não a deixarei escapar dessa vez.
segunda-feira, 26 de julho de 2004
domingo, 25 de julho de 2004
sábado, 24 de julho de 2004
segunda-feira, 19 de julho de 2004
Ouvindo : Pink Floyd - Take it Back
Ingresso para o 2o dia - R$ 10,00
1kg de Feijão - R$ 1,69
Ver o Sulpa reclamando da vida e dizendo que não mais ia tocar - Não tem preço!
Agora sério. Bem, ignorância? Sim. Mas ignorância maior é o organizador do festivel, munido de um microfone, incitar pra 40 mil pessoas a jogarem uma pedra no descontente espectador, justificando seu duscurso com palavras de justiça mas se comportando de mesma ignóbil maneira. Respeito? Sim, é sempre bom! Inclusive por parte dos organizadores para com o público geral, escolhendo bandas de forma democrática, mas nunca esquecendo das raízes do festival e sempre atentando pra qualidade. Supla? Sinceramente? Filhinho de papai (e, no caso dele, de mamãe também) que sempre fez o que quis e todo mundo sempre passou a mão na cabeça! Aqui, acho que estamos cansados disso... porque isso é tão... é tão... é tão... Brasília!
Quanto ao festival. Eu gostei muito do 2o dia. As pessoas, eu, estávamos todos animados e isso sempre vai fazer a diferença! :P
Ingresso para o 2o dia - R$ 10,00
1kg de Feijão - R$ 1,69
Ver o Sulpa reclamando da vida e dizendo que não mais ia tocar - Não tem preço!
Agora sério. Bem, ignorância? Sim. Mas ignorância maior é o organizador do festivel, munido de um microfone, incitar pra 40 mil pessoas a jogarem uma pedra no descontente espectador, justificando seu duscurso com palavras de justiça mas se comportando de mesma ignóbil maneira. Respeito? Sim, é sempre bom! Inclusive por parte dos organizadores para com o público geral, escolhendo bandas de forma democrática, mas nunca esquecendo das raízes do festival e sempre atentando pra qualidade. Supla? Sinceramente? Filhinho de papai (e, no caso dele, de mamãe também) que sempre fez o que quis e todo mundo sempre passou a mão na cabeça! Aqui, acho que estamos cansados disso... porque isso é tão... é tão... é tão... Brasília!
Quanto ao festival. Eu gostei muito do 2o dia. As pessoas, eu, estávamos todos animados e isso sempre vai fazer a diferença! :P
sábado, 17 de julho de 2004
Ouvindo : Zeca Baleiro - Mundo dos Negócios
Existe uma entrada estranha ali perto do aeroporto que te leva até a cabeceira da pista e, de lá, vemos bem de perto os aviões. Bem, é diferente! Digamos que é bem ao lado da pista. Ao entrar, nota-se a placa advertindo que aquela é uma área restrita e que pessoas não autorizadas estarão sujeitos a penalidades, mas ah! que venham as emoções! :)
Existe uma entrada estranha ali perto do aeroporto que te leva até a cabeceira da pista e, de lá, vemos bem de perto os aviões. Bem, é diferente! Digamos que é bem ao lado da pista. Ao entrar, nota-se a placa advertindo que aquela é uma área restrita e que pessoas não autorizadas estarão sujeitos a penalidades, mas ah! que venham as emoções! :)
sexta-feira, 16 de julho de 2004
quinta-feira, 15 de julho de 2004
segunda-feira, 12 de julho de 2004
Essa é a primeira vez que vocês lerão algo sério nesse blog. Impressionante como as coisas vão e vêm com uma velocidade maior do que podemos perceber. Pior, elas vão e, quando nos damos conta, elas já foram. Incrível a transitoriedade dessa vida! Sábado eu assisti o jogo do Brasil com ele; ontem, depois do workshop, eu ia visitá-lo juntamente com minha vó. Foi quando me disseram pra não ir, porque eles não estavam em casa, tinham ido ao hospital. Eu quis ir, insisti, mas me mandaram voltar pra casa pois ele estava internado e eu não poderia vê-lo. Foi assim que vim pra cá, meio atordoado com tudo o que aconteceu, mas esperançoso de que amanhã iríamos visitá-lo naquela cama de lençóis azuis com aqueles tubos coloridos atrás que sempre me divertiam em hospitais. Quando acordei, ele já tinha ido. Ainda na cama, ouvi minha mãe falando ao telefone se já tinham contado pra minha vó. Levantei e, do jeito que estava, me arrastei até minha mãe pra descobrir a triste verdade. Eu era novo quando meu avô morreu, era novo pra sentir tudo isso. Agora não, agora eu sou adulto e percebo como é difícil segurar as lágrimas nessas horas. Como é difícil se mostrar forte mesmo sabendo que aquela pessoa nunca mais vai estar ao seu lado. Ele deve estar melhor agora, assim acredito. Era uma boa pessoa, uma vida difícil. Com certeza deve estar sentado ao lado de algum Deus, conversando sobre coisas boas. Será que o céu é como em um livro da Alice Sebold? Eu não tive oportunidade pra dizer-lhe o quanto eu gostava dele e o quanto era importante pra mim. Pior é que oportunidades eu tive, muitas! Se não disse foi por aquelas razões que nos levam a sempre adiar tudo: comodismo, alienação, descaso. Seja como for, chame como quiser, todos sabem exatamente o que isso é. Não mais terei a chance de dizer isso a ele, senão em orações. Como tudo aconteceu rápido, meu Deus! Tão rápido que não sei como me sinto ainda! Acho que não me dei conta ainda do fato. Pessoas, vivam a vida de vocês! Vivam o dia presente como se fosse o último! Façam de todo o momento, o momento mais feliz da sua vida! Mais feliz a cada momento, e cada momento mais feliz que o anterior! Sei que não parece comigo, mas tem que ser. Disse há poucos posts atrás que a vida era muito curta pra ser pequena! Agora percebo quão curta ela é. Era uma das pessoas mais próximas de mim, que fizeram mais por mim e eu não tive a chance de dizer obrigado. Pois bem, agora eu digo. Não tarde, acredito. Espero que onde você esteja, exista internet e você possa ler isso. Mas obrigado, obrigado por se preocupar comigo, obrigado por ser você. Deixo aqui minha pequena homenagem a essa pessoa que sempre esteve junto comigo e que continuará estando, em meu coração, por toda essa vida. Deus, cuide dele por mim. Obrigado.
domingo, 11 de julho de 2004
sexta-feira, 9 de julho de 2004
quarta-feira, 7 de julho de 2004
terça-feira, 6 de julho de 2004
Pra quem vai ficar aqui, nessa cidade fria, durante as férias, sessão de cinema do Pier, as 14h10 é ótima! Tem muitas vagas a sua disposição no estacionamento e muitas cadeiras pra você escolher no cinema! E ainda tem um monte de pessoas sozinhas, fazendo companhia pro seu ego, fazendo com que não se sinta tão... tão assim... indo ao cinema sozinho.
Ouvindo : Porcupine Tree - Russia on ice
Finalmente vi Tróia. Que bela mulher fez Helena. Aquele olhar perdido... se ficasse mais meia-hora olhando para aqueles olhos, estaria apaixonado agora. Humpf... ainda bem que eu acabei ficando bravo e triste e é assim! Morre quem não deveria morrer, ganha quem deveria perder, e não podemos fazer nada, certo?
Finalmente vi Tróia. Que bela mulher fez Helena. Aquele olhar perdido... se ficasse mais meia-hora olhando para aqueles olhos, estaria apaixonado agora. Humpf... ainda bem que eu acabei ficando bravo e triste e é assim! Morre quem não deveria morrer, ganha quem deveria perder, e não podemos fazer nada, certo?
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