Tudo é uma questão de calendário. Uma contagem inexata de tempo que carece de correção a cada quatro anos, mas ilumina a face e, por que não, o comércio, de todo uma gente carente de atenção. Qual a importância do último dia do ano senão a impossibilidade de uma linearidade infinita, uma sucessão de dias sem parada? Que mudança trouxe a alteração soviética do calendário juliano para o gregoriano, exceto que, neste ano, eles ficaram sem carnaval. Ah, certo, faz frio, carnaval não tem graça.
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