sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Vinil é um charme, não? Aquele prazer tátil literário, sabe? Tirar da capa, sentir as ranhuras com os dedos, colocá-lo no pininho, rodá-lo e mover a agulha. Indescritível.

2 comentários:

  1. Bom também é ouvir aquele som meio chiado, misturado a batida das baladas que seguem ao longo do bolachão!
    Bjos!

    Camila

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  2. Charles Aznavour que o diga!

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