Ouvindo : Rolling Stones - Angie
Não entendo como as coisas chegaram aqui. Ou lá. Não entendo a ordem, não entendo o sentido. Será que está tudo assim, tão enraizado dentro de mim? Será só um sonho? Serei um personagem esquecido de um filme qualquer da Sofia Copolla? Já não sei quem sou, não sei o que quero. Preciso de uma saída, uma luz qualquer que me faça entender o sentido disso tudo. Vida? João Cabral, ensina-me! Enquanto isso eu vou tentando viver neste mundo de cegos, de cegos que ainda não sabem que cegam.
domingo, 25 de junho de 2006
quarta-feira, 21 de junho de 2006
Ouvindo : ...
Pois é! Só você entende que essas coisas acontecem! Simplesmente acontecem e não adianta ficar perguntando o motivo. As vezes tudo fica turvo, as vezes a apatia se mostra maior. Por favor, não me pergunta o porquê. O porquê pode ser constrangedor demais para ser exteriorizado... deixa ele aqui, deixa, guardadinho dentro de mim. Tá bom. Obrigado. Mas parece que todo o resto do mundo tomou outro rumo. Será que só eu fiquei parado? Foi? Não, não precisa me dizer! É pedir demais, eu sei. E mesmo você que esteve comigo por todo esse tempo parece não se importar. Manda essas recordações embora! Manda essas memórias para onde nunca deveriam ter saído. Certas horas o travesseiro é a melhor saída.
Pois é! Só você entende que essas coisas acontecem! Simplesmente acontecem e não adianta ficar perguntando o motivo. As vezes tudo fica turvo, as vezes a apatia se mostra maior. Por favor, não me pergunta o porquê. O porquê pode ser constrangedor demais para ser exteriorizado... deixa ele aqui, deixa, guardadinho dentro de mim. Tá bom. Obrigado. Mas parece que todo o resto do mundo tomou outro rumo. Será que só eu fiquei parado? Foi? Não, não precisa me dizer! É pedir demais, eu sei. E mesmo você que esteve comigo por todo esse tempo parece não se importar. Manda essas recordações embora! Manda essas memórias para onde nunca deveriam ter saído. Certas horas o travesseiro é a melhor saída.
sábado, 29 de abril de 2006
domingo, 23 de abril de 2006
Ouvindo : Ozzy Osbourne - Shot in the Dark
"O estado amoroso e a melancolia têm uma ligação profunda entre si e com o final do século. É o amor (e sua perda) a principal fonte de melancolia. É a melancolia a principal chave para se entender o que acontece quando os valores da sociedade entram em crise. Elaborando um tenso e delicado painel da criação enquanto produção melancólica, Julia Kristeva nos oferece em Sol negro uma obra em que a profundidade de análises psicanalíticas e semiológicas se funde agradavelmente em um texto saboroso. Recriando os universos de Holbein, o pintor renascentista, Gerard de Nerval, o poeta, Dostoievski e Marguerite Duras, os romancistas, Kristeva faz mais do que expor uma complexa e irrefutável tese: ela guia o leitor numa viagem inesquecível através da história da melancolia como mola propulsora da genialidade."
Como não se interessar? Como?
"O estado amoroso e a melancolia têm uma ligação profunda entre si e com o final do século. É o amor (e sua perda) a principal fonte de melancolia. É a melancolia a principal chave para se entender o que acontece quando os valores da sociedade entram em crise. Elaborando um tenso e delicado painel da criação enquanto produção melancólica, Julia Kristeva nos oferece em Sol negro uma obra em que a profundidade de análises psicanalíticas e semiológicas se funde agradavelmente em um texto saboroso. Recriando os universos de Holbein, o pintor renascentista, Gerard de Nerval, o poeta, Dostoievski e Marguerite Duras, os romancistas, Kristeva faz mais do que expor uma complexa e irrefutável tese: ela guia o leitor numa viagem inesquecível através da história da melancolia como mola propulsora da genialidade."
Como não se interessar? Como?
Ouvindo : Blue Oyster Cult - Workshop of the Telescope
E se quebra-cabeças não tivessem fim, livros nunca tivessem seus finais escritos ou filmes nunca terminassem? E se final simplesmente não existisse? Seria o final o grande propósito do caminhar, sua recompensa, ou então a punição pelo caminho? Por tê-lo insistido, por tê-lo feito? Fato é que o final faz da vida menos inconseqüente, apesar de toda incoerência intrínseca a essa afirmação. Seria, então, a constante tentativa de se evitar o fim? Faz mais sentido, sim. Mas pra quê montar um quebra-cabeças que nunca terminaria? E como ler um livro sem saber seu final ou não saber se a mocinha morre no final do filme? As vezes isso simplesmente não importa, o complicado é imaginar um final, seja ele como for... nessas horas dá vontade de correr pra longe, sim, e desejar nunca ter começado a montar esse maldito quebra-cabeças.
Final? Não não! Culpa do início.
E se quebra-cabeças não tivessem fim, livros nunca tivessem seus finais escritos ou filmes nunca terminassem? E se final simplesmente não existisse? Seria o final o grande propósito do caminhar, sua recompensa, ou então a punição pelo caminho? Por tê-lo insistido, por tê-lo feito? Fato é que o final faz da vida menos inconseqüente, apesar de toda incoerência intrínseca a essa afirmação. Seria, então, a constante tentativa de se evitar o fim? Faz mais sentido, sim. Mas pra quê montar um quebra-cabeças que nunca terminaria? E como ler um livro sem saber seu final ou não saber se a mocinha morre no final do filme? As vezes isso simplesmente não importa, o complicado é imaginar um final, seja ele como for... nessas horas dá vontade de correr pra longe, sim, e desejar nunca ter começado a montar esse maldito quebra-cabeças.
Final? Não não! Culpa do início.
segunda-feira, 17 de abril de 2006
segunda-feira, 13 de março de 2006
Ouvindo : James Brown - Please, Please, Please
A culpa toda é do cinema, eu sempre disse. Mas o que fazer quando você se vê dentro do filme? Um pouquinho de cada personagem, um sentimento de "eu te entendo", um quê de vida... Em quem colocar a culpa agora? Em quem? Eu não deveria ter assistido Crash.
... Deveria sim!
A culpa toda é do cinema, eu sempre disse. Mas o que fazer quando você se vê dentro do filme? Um pouquinho de cada personagem, um sentimento de "eu te entendo", um quê de vida... Em quem colocar a culpa agora? Em quem? Eu não deveria ter assistido Crash.
... Deveria sim!
segunda-feira, 6 de junho de 2005
Ouvindo : Portishead - Glory Box
Amigo que há tempos não me ouvia, não é mesmo? Sim! As coisas andam mudadas por aqui. Sabe, as vezes a vida toma rumos e nos afastam de coisas, de pessoas, que não deveria. Mas a rotina é tão agitada que nem nos damos conta, até que tudo pareça muito distante ou então tão estranho que não temos mais muita vontade de mudar coisa alguma. Realmente não sabemos o que representamos para as outras pessoas e, quando descobrimos, pode ser arrebatador. Descobrir não é o problema, e sim perceber que tudo passou e que você se encontra ali, parado. Certas coisas deveriam durar pra sempre... Por que não duram? Não há erro em querer isso, não há. Eu sinto isso, sinto. E o que há de errado com isso também? Mas outras, como poderemos nós intervir na vida das pessoas? Simplesmente porque achamos que deveríamos. Se é fuga, qual o meu papel nisso? O que fiz eu antes? Nada! E isso dói tanto... e acho que vai doer por muito tempo, até sempre. Eu não entendo, não entendo. Detesto primeira pessoa, mas hoje não dá. Muitas coisas. Muitas coisas pra pensar...
Amigo que há tempos não me ouvia, não é mesmo? Sim! As coisas andam mudadas por aqui. Sabe, as vezes a vida toma rumos e nos afastam de coisas, de pessoas, que não deveria. Mas a rotina é tão agitada que nem nos damos conta, até que tudo pareça muito distante ou então tão estranho que não temos mais muita vontade de mudar coisa alguma. Realmente não sabemos o que representamos para as outras pessoas e, quando descobrimos, pode ser arrebatador. Descobrir não é o problema, e sim perceber que tudo passou e que você se encontra ali, parado. Certas coisas deveriam durar pra sempre... Por que não duram? Não há erro em querer isso, não há. Eu sinto isso, sinto. E o que há de errado com isso também? Mas outras, como poderemos nós intervir na vida das pessoas? Simplesmente porque achamos que deveríamos. Se é fuga, qual o meu papel nisso? O que fiz eu antes? Nada! E isso dói tanto... e acho que vai doer por muito tempo, até sempre. Eu não entendo, não entendo. Detesto primeira pessoa, mas hoje não dá. Muitas coisas. Muitas coisas pra pensar...
sábado, 2 de abril de 2005
quarta-feira, 9 de março de 2005
segunda-feira, 7 de março de 2005
Ouvindo : HEM - Half Acre
Não sei o que acontece. Eu tenho mudado meu estado de humor com tanta facilidade... hoje estava tão animado e agora, aqui, tão pózinho! Ontem eu só queria uma poesia que espressasse tudo aquilo que sentia! Queria escrever uma! Mas por que as coisas nunca vêm quando se precisa delas?
Não sei o que acontece. Eu tenho mudado meu estado de humor com tanta facilidade... hoje estava tão animado e agora, aqui, tão pózinho! Ontem eu só queria uma poesia que espressasse tudo aquilo que sentia! Queria escrever uma! Mas por que as coisas nunca vêm quando se precisa delas?
Ouvindo : Trovões ao longe...
eneida @ 2005-03-07 06:07 said:
Que coisa linda! quanta poesia,quanta ternura.Quem coloca uma coisa taõ sensível assim no seu fotolog tem que ser uma pessoa muito especial.Desculpe a intromição.Sou vó do Zé.Um grande abraço.
É tão bom ouvir ( ou ler ) essas coisa. Acho que faz bem pra alma... Quando você acha que ninguém mais dá valor...
eneida @ 2005-03-07 06:07 said:
Que coisa linda! quanta poesia,quanta ternura.Quem coloca uma coisa taõ sensível assim no seu fotolog tem que ser uma pessoa muito especial.Desculpe a intromição.Sou vó do Zé.Um grande abraço.
É tão bom ouvir ( ou ler ) essas coisa. Acho que faz bem pra alma... Quando você acha que ninguém mais dá valor...
quarta-feira, 2 de março de 2005
Ouvindo : Apocalyptica - Farewell
Agora estou careca e bem parecido com o vocalista do REM... que infelicidade a minha! :P Propaganda básica da Academia de Dança Selma Machado, na 707 norte! Muito bom lá! Se alguém se interessar... Ela me deu uma mensalidade de salsa grátis por eu ter passado no vest denovo! :)
Agora estou careca e bem parecido com o vocalista do REM... que infelicidade a minha! :P Propaganda básica da Academia de Dança Selma Machado, na 707 norte! Muito bom lá! Se alguém se interessar... Ela me deu uma mensalidade de salsa grátis por eu ter passado no vest denovo! :)
Ouvindo : RJD2 - Ring Finger
Voltar pra casa as 10hr da manhã me lembra dos meus primeiros semestre da UnB, quando eu só ia pra aula das 8hr e voltava, sempre admirando aquela linda vista pro Lago Paranoá! Bons tempos......... estão de volta! \o/
hauahuahuaha Não, nem estão! São outros! E serão melhores!
Voltar pra casa as 10hr da manhã me lembra dos meus primeiros semestre da UnB, quando eu só ia pra aula das 8hr e voltava, sempre admirando aquela linda vista pro Lago Paranoá! Bons tempos......... estão de volta! \o/
hauahuahuaha Não, nem estão! São outros! E serão melhores!
sábado, 26 de fevereiro de 2005
Ouvindo : Talking Heads - This Must Be The Place
Estava pensando em acabar com meu flog depois que vi uma ferramenta pra postar imagens no blogspot. Tanta gente lá que não deveria ler treze setenta e quatro avos do que escrevo... Outras que deviam. Mais, deveriam me conhecer um pouco melhor. Não, eu não espero muito de ninguém... talvéz dos meus amigos, mas isso é normal, não é? Fingir que está tudo bem, que você é super querido e faz a maior falta na vida dos outros? Pra quê? Sinceramente... As coisas são tão claras! Tanto encanto e deslumbramento por malditas paixões ferrenhas que não deveriam acontecer, que estragariam tantas coisas e criariam tanta discórdia! Sabe Beleza Americana? Não quero viver de aparências, mesmo que isso signifique ler Cem Anos de Solidão durante todas as tardes de todos os domingos de todos os anos. Minhas cartas de tarot estão saindo de cabeça pra baixo e ninguém parece se importar... Subdudes, baby! Cat Stevens e, já vejo, a próxima deve ser James Taylor... Mas, quer saber? Se a droga da bateria do meu carro não tivesse se esgotado, eu sairia assim mesmo! Não, eu iria ao cinema!
Estava pensando em acabar com meu flog depois que vi uma ferramenta pra postar imagens no blogspot. Tanta gente lá que não deveria ler treze setenta e quatro avos do que escrevo... Outras que deviam. Mais, deveriam me conhecer um pouco melhor. Não, eu não espero muito de ninguém... talvéz dos meus amigos, mas isso é normal, não é? Fingir que está tudo bem, que você é super querido e faz a maior falta na vida dos outros? Pra quê? Sinceramente... As coisas são tão claras! Tanto encanto e deslumbramento por malditas paixões ferrenhas que não deveriam acontecer, que estragariam tantas coisas e criariam tanta discórdia! Sabe Beleza Americana? Não quero viver de aparências, mesmo que isso signifique ler Cem Anos de Solidão durante todas as tardes de todos os domingos de todos os anos. Minhas cartas de tarot estão saindo de cabeça pra baixo e ninguém parece se importar... Subdudes, baby! Cat Stevens e, já vejo, a próxima deve ser James Taylor... Mas, quer saber? Se a droga da bateria do meu carro não tivesse se esgotado, eu sairia assim mesmo! Não, eu iria ao cinema!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2005
Ouvindo : Tori Amos - Cornflakes Girl
Foi tão fácil largar tudo e tentar fazer algo incerto, algo que todos diziam que não conseguiria, algo completamente novo e, por que não, insano! Nem demorou tanto, eu fiz, eu consegui. Agora bate aquela incerteza! Aquela vontade de levar os dois, aquela dúvida, aquele frio na barriga. Agora que tantos amigos se formam, eu vejo seus convites e penso e respiro e ainda não sei. Tantas dúvidas pela frente! Tantas dúvidas! Penso se mudar não foi uma fuga, uma saída fácil e irresponsável... não chego a conclusão alguma justamente porque não sei! Não entendo! Não me entendo! Não entendo a vida... não sei viver, não sei fazer música, não sei fazer versos! Afinal, o que eu sei fazer? Drama! Isso eu sei fazer bem! Eu deveria ter sido jogador de futebol, ou volei, ou basquete... teria sido mais fácil. O que tenho certeza é que preciso de pessoas! Preciso mesmo! Preciso viver com elas e trabalhar também! Mas agora eu já não sei... já que comecei, vamos lá experimentando! Acho que é a única coisa que tenho a fazer... e que assim seja!
Foi tão fácil largar tudo e tentar fazer algo incerto, algo que todos diziam que não conseguiria, algo completamente novo e, por que não, insano! Nem demorou tanto, eu fiz, eu consegui. Agora bate aquela incerteza! Aquela vontade de levar os dois, aquela dúvida, aquele frio na barriga. Agora que tantos amigos se formam, eu vejo seus convites e penso e respiro e ainda não sei. Tantas dúvidas pela frente! Tantas dúvidas! Penso se mudar não foi uma fuga, uma saída fácil e irresponsável... não chego a conclusão alguma justamente porque não sei! Não entendo! Não me entendo! Não entendo a vida... não sei viver, não sei fazer música, não sei fazer versos! Afinal, o que eu sei fazer? Drama! Isso eu sei fazer bem! Eu deveria ter sido jogador de futebol, ou volei, ou basquete... teria sido mais fácil. O que tenho certeza é que preciso de pessoas! Preciso mesmo! Preciso viver com elas e trabalhar também! Mas agora eu já não sei... já que comecei, vamos lá experimentando! Acho que é a única coisa que tenho a fazer... e que assim seja!
sábado, 12 de fevereiro de 2005
Ouvindo : musiquinha legal 80´s... nem sei o nome
Sabe, na verdade não foi isso. As coisas é que caminharam em direções opostas. Como dois rios que, de tão parecidos, tentam ocupar o mesmo lugar... mas não conseguem, afinal, cada um vem de uma direção, cada um espera uma coisa do outro. O que aconteceu foi um tanto estranho, e as águas se repeliram! Acho que as mesmas coisas aconteceram, em momentos diferentes. Ou no mesmo, ou no mesmo... houve tempos em que acordava pra te ver, mesmo que não soubesse disso. E via mesmo, não é? Mas teve um mês que não e, devo dizer, nem tinha tanto interesse assim em levantar. Pra você ver... eu não pude compreender, nem perceber... Coisas da vida, não é mesmo? E machucou de tal forma que agi de forma completamente contrária àquela que deveria. Quantas vezes eu pensei em pegar suas mãos como pétalas, olhar seus olhos estrelados e dizer-te tudo, de verdade... quantos pores-do-sol eu imaginei, pra estarmos lá... pra poder te dizer e, quem sabe, sorrir colorido como o céu. Suas palavras eram meu medo, seus olhos, seus gestos. Não, não foi algo evidente. Eu teria notado! Pelo contrário, você era mais feliz perto dos outros! Como eu queria que pudesse sorrir ao me ver como o fazia com os outros. Agora, depois de tudo passado, só me resta a sensação de algo que poderia ter sido e não foi! E me pergunto: por que não foi? E não tenho resposta...
Sabe, na verdade não foi isso. As coisas é que caminharam em direções opostas. Como dois rios que, de tão parecidos, tentam ocupar o mesmo lugar... mas não conseguem, afinal, cada um vem de uma direção, cada um espera uma coisa do outro. O que aconteceu foi um tanto estranho, e as águas se repeliram! Acho que as mesmas coisas aconteceram, em momentos diferentes. Ou no mesmo, ou no mesmo... houve tempos em que acordava pra te ver, mesmo que não soubesse disso. E via mesmo, não é? Mas teve um mês que não e, devo dizer, nem tinha tanto interesse assim em levantar. Pra você ver... eu não pude compreender, nem perceber... Coisas da vida, não é mesmo? E machucou de tal forma que agi de forma completamente contrária àquela que deveria. Quantas vezes eu pensei em pegar suas mãos como pétalas, olhar seus olhos estrelados e dizer-te tudo, de verdade... quantos pores-do-sol eu imaginei, pra estarmos lá... pra poder te dizer e, quem sabe, sorrir colorido como o céu. Suas palavras eram meu medo, seus olhos, seus gestos. Não, não foi algo evidente. Eu teria notado! Pelo contrário, você era mais feliz perto dos outros! Como eu queria que pudesse sorrir ao me ver como o fazia com os outros. Agora, depois de tudo passado, só me resta a sensação de algo que poderia ter sido e não foi! E me pergunto: por que não foi? E não tenho resposta...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2005
Ouvindo : Vast - Lost
Eu voltei da Chapada
Definitivamente odeio pinups
O carnaval foi ótimo
As pessoas são um tanto complicadas
Eu Nunca é uma brincadeira estranha
O sol é divertido
A lua também
As estrelas...
Quando se mexem então!
Minha caipirosca é boa como os diabos
Muito forte, dizem uns
Cadê o álcool? perguntam os mais legais
E até as baratas da casa maluca
Joe, amigo Joe
Eles tão descendo de rapel
Eu vou subir, e sem corda!
Só porque eu sou mais legal!
Ou não
Tudo que é bom dura tempo bastante pra ser tornar inesquecível
inesquecível e nostálgico...
Aquele longo gole poderia vir junto com um sorriso!
Mas isso já é assunto pra outra estória...
Eu voltei da Chapada
Definitivamente odeio pinups
O carnaval foi ótimo
As pessoas são um tanto complicadas
Eu Nunca é uma brincadeira estranha
O sol é divertido
A lua também
As estrelas...
Quando se mexem então!
Minha caipirosca é boa como os diabos
Muito forte, dizem uns
Cadê o álcool? perguntam os mais legais
E até as baratas da casa maluca
Joe, amigo Joe
Eles tão descendo de rapel
Eu vou subir, e sem corda!
Só porque eu sou mais legal!
Ou não
Tudo que é bom dura tempo bastante pra ser tornar inesquecível
inesquecível e nostálgico...
Aquele longo gole poderia vir junto com um sorriso!
Mas isso já é assunto pra outra estória...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2005
Ouvindo : Pantera - Revolution is my Name
Blog abandonado. Começo essa semana esperando 1001 novidades.
Ontem eu assustei o Célius na Academia! Ele deve torcer pra não encontrar aluno nenhum quando saí e eu, estranho que só, faço questão de ir lá falar com ele! Sujeito bizarro eu! Fiz cálculo3 com ele há uns dois ou três anos, mas ele deve saber. Pelo meu cabelo, eu tenho que ser aluno da unb mesmo...
Blog abandonado. Começo essa semana esperando 1001 novidades.
Ontem eu assustei o Célius na Academia! Ele deve torcer pra não encontrar aluno nenhum quando saí e eu, estranho que só, faço questão de ir lá falar com ele! Sujeito bizarro eu! Fiz cálculo3 com ele há uns dois ou três anos, mas ele deve saber. Pelo meu cabelo, eu tenho que ser aluno da unb mesmo...
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